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O Milhouse Avenue! fica em um prédio antigo reformado na Av. de Mayo
O Milhouse Avenue! fica em um prédio antigo reformado na Av. de Mayo

Milhouse, o hostel das baladas em Buenos Aires

O hostel Milhouse é um dos mais conhecidos de Buenos Aires, pelo menos quando se trata de jovens que buscam conhecer a cidade durante o dia e fazer baladas à noite.

O albergue, que tem duas unidades bem localizadas (uma na Avenida de Mayo e outra pertinho, na Hipólito Yrigoyen 959), oferece diversas opções de passeios por preços honestos e é um dos centros da noite porteña, ao menos para os gringos.

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Os dois prédios do Milhouse, como muita coisa em Buenos Aires, são antigos e muito bonitos. Por dentro, o ambiente é limpo, reformado e bem conservado. O café da manhã gratuito é bom, mas com poucas opções. A equipe é grande e atenciosa. Os funcionários entendem bem português e sempre tem alguém que fala o idioma. A cozinha para hóspedes do Avenue!, onde ficamos, é grande e bem equipada.

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O Milhouse Avenue! fica em um prédio antigo reformado na Av. de Mayo

O Milhouse Avenue! fica em um prédio antigo reformado na Av. de Mayo

O preço para se hospedar no Milhouse não é dos mais baratos, mas com certeza a estrutura do hostel oferece o que cobra.

Há muitas opções de quartos, desde alojamentos individuais com banheiros privativos e cofre gratuito (que não devem nada a um bom hotel 3 estrelas) a quartos para grupos grandes e banheiro coletivo, com armários próprios para serem bem trancados com fechaduras e beliches confortáveis.

Seria um hostel para levar a mamãe, se não fosse o agito constante na ampla sala comum do Milhouse Avenue!, na Avenida de Mayo, onde estivemos (e não é diferente no Milhouse Hipo!)

É lá que fica um bar com muitas opções de bebidas e comidas por preços corretos (em junho, pagamos 6 pesos na empanada e 20 pesos no copão de Quilmes, mais barato que a maioria dos lugares simples de Buenos Aires), o mezanino com computadores e onde funciona a internet sem fio gratuita.

Esse, aliás, é um dos problemas do Milhouse Avenue: mesmo em um quarto individual, não tínhamos acesso à rede wi-fi, tinha que descer à área comum.

Festas, fetsas e festas; mas o som não é dos melhores - foto: face Milhouse

Festas, festas e festas na área comun; mas o som não é dos melhores – foto: facebook Milhouse

Em dos albergues Milhouse, todos os dias –sim, todos os dias!–, acontece uma festinha bem agitada, que dura até umas duas horas da manhã. Depois, muitos dos jovens continuam na noite de Buenos Aires.

O som não é dos melhores: música latino-americana de rádio. O DJ, parecia, era a mesma playlist dia após dia (ei que certa hora, entrava o bloco brasileiro: Gustavo Lima, Michel Teló e Naldo!), mas o negócio é animado, com muitos brasileiros, europeus e norte-americanos, entre outros turistas, a maioria na faixa entre 20 e 30 anos.

Só para não falar bobagem, fui todos os dias às baladas sugeridas pelo Milhouse. Impressionaram por estar lotadas às segundas, terças, quartas… E também pelos preços das bebidas.

Na Hype, eles têm a coragem de cobrar 35 pesos por uma água e 40 pesos por uma latinha de Budweiser. Rídiculo até para os padrões paulistanos. No geral, as baladinhas indicadas no hostel (que vende entradas mais baratas) são coisa bem para gringo, vi poucos argentinos nos lugares.

O hostel não tem um espírito mochileiro, nem os hóspedes (o que a gente viu foi mais uma molecada que gosta de party hard). Os passeios e os programas sãoformatos, com tudo bem definidinho: horários, dias, preços… Tem até pulseirinha que não pode tirar durante a estadia. Para quem quer algo na certeza de encontrar pessoas para sair, ter opções de festinhas e programas acessíveis sem planejar muito, vale a pena.

Gustavo

Gustavo está em algum lugar da América do Sul, em um roteiro de mochilão que começou em março, no Equador.

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