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O maior cajueiro do mundo, em Parnamirim – Natal, RN

O maior pé de caju do mundo fica pertinho de Natal, RN. Vale o passeio!

Já fui algumas vezes à capital do Rio Grande do Norte, um dos principais destinos turísticos do Brasil. Costumo ficar em Ponta Negra, a praia mais famosa e cheia de Natal, que tem boas opções de pousadas baratas e hostels e é perto dos circuitos de ônibus.

Ponta Negra tem alguns problemas: os turistas são o tempo todo abordados de forma insistente, os restaurantes e lojinhas são meio parecidos, avenida Erivan França, à beira-mar, tem um clima de shopping.

O Morro do Careca, em Natal - foto: Divulgação

O Morro do Careca, em Natal – foto: Divulgação

Os restaurantes de Ponta Negra – Natal não estão entre os mais baratos, mas os pratos, em geral, são bem servidos. Nos pratos para duas pessoas, dá para três pessoas comerem bem e barato.

Na avenida de Ponta Negra, existem várias agências de turismo onde é possível marcar passeios até a Praia da Pipa passando por várias praias do litoral sul do Rio Grande do Norte.

Paguei R$ 35 reais para ir de Natal até Pipa e paramos em alguns pontos legais, como a Lagoa Guaraíras, em Tibaú do Sul, e em cima das falésias da praia de Cacimbinhas, mas apenas 5 minutos para bater fotos –é uma coisa bem de turistão mesmo, se você tiver tempo, procure outra forma de conhecer os lugares.

De Ponta Negra é possível pegar ônibus para várias atrações e praias de Natal e da região metropolitana.

O maior cajueiro do mundo

Os galhos retorcidos do maior cajueiro do mundo criam um lindo efeito

Os galhos retorcidos do maior cajueiro do mundo criam um lindo efeito

O que mais gosto é a região árvore frutífera do planeta, o cajueiro de Pirangi, o famoso maior cajueiro do mundo.

A planta, que fica em na cidade de Parnamirim, a 12 km de Natal, é impressionante: a copa ocupa o espaço de alguns quarteirões e dá para passear um longo tempo entre os galhos retorcidos da árvore.

O maior cajueiro do mundo ostenta números grandiosos: tem 8.500 metros quadrados de área e na safra são colhidos 2,5 toneladas de caju.

Um mirante permite ver a gigante copa da maior árvore frutífera do mundo

Um mirante permite ver a gigante copa da maior árvore frutífera do mundo

O turista precisa pagar R$ 5 de entrada na área do cajueiro, que é cercado por lojinhas de artesanato, comida e, óbvio, produtos com tudo de caju: doces, bebidas, castanha etc.

É um bom lugar para comprar lembrancinhas em Natal.

Do maior cajueiro do mundo, dá para ir a pé até a praia de Pirangi do Norte, uma praia de águas calmas boas para ir com crianças.

A praia não estava tão cheia no começo de dezembro, quando estive em Natal – Rio Grande do Norte, e dava para encontrar lugares bem sossegados, sem muita gente perto. Vale a pena caminhar até o encontro do rio Pirangi com o mar, um cenário bem bonito.

Forte dos Reis Magos

Beirando o rio Potengi, o Forte dos Reis Magos é cercado por mangues e praia

Beirando o rio Potengi, o Forte dos Reis Magos é cercado por mangues e praia

Outro ponto de interesse em Natal-RN é o Forte dos Reis Magos, que fica do outro lado da cidade, perto da praia dos Artistas. O Forte –ou Fortaleza– dos Reis Magos é um edifício militar da primeira metade do século 17 que guardava o lado direito da barra do rio Potengi.

É preciso pagar baratinho para entrar no forte: R$ 3. Estudantes pagam meia.

Em formato de estrela, é um dos fortes mais legais do Brasil, cercado por mangues e com uma bela vista da praia dos Artistas e do forte, uma praia que tem uma imensa piscina natural formada pelo recife de Natal.

A praia dos Artistas já foi uma das mais badaladas de Natal e, com certeza, é uma praia linda. Mas a vizinhança está bem degradada, com vários prédios abandonados ao redor. Quando eu fui, em uma quarta-feira bem quente de novembro, estava praticamente vazia.

Post atualizado em 14 de setembro de 2021.

Sobre Gustavo Villas Boas

-- "Vamo? Vamo! (ou não)" Jornalista e editor do Muita Viagem. Gosta de praias, baladas e comidas diferentes. A Amazônia é o destino que o emociona. Antes de embarcar no Muita Viagem, trabalhou no jornal Folha de São Paulo e no Estado de São Paulo na cobertura de tecnologia, cultura e cidades. Mas lia o caderno de turismo.

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